Câmara Técnica da ABAR: GÁS é tema de debate sobre impactos da Inteligência Artificial na regulação e no mercado de trabalho 26/09/2026 - 13:43

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) participou, no dia 25 de setembro, do Painel 6 da Câmara Técnica de Gás (CT-GÁS) da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), que discutiu os impactos da Inteligência Artificial na regulação, no setor de gás e no futuro do mercado de trabalho. Realizado de forma on-line, o encontro teve como tema “Inteligência Artificial, Regulação do Gás e o Futuro do Mercado de Trabalho” e foi mediado pela Diretora de Regulação Econômica da Agepar, Rejane Maria Schirr Scolari.

O painel contou com a participação de Gizele Aparecida Felizardo Cama, da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman); Liz Pecene, analista de mercado; Paula Miranda, pesquisadora; Lucia Cabral, economista; Thelma Maria Melo Pinheiro, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel); Fabíola Porcaro de Abreu, da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Mato Grosso do Sul (Agems); e Tatyane Mityko, da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Piauí (Agrespi).

Entre os assuntos abordados, estiveram a automatização de atividades administrativas, a coleta, o tratamento e a análise de dados, o preenchimento e a revisão de documentos, além de questões relacionadas à governança, transparência dos modelos, proteção de dados e responsabilidade pelas decisões. Também foi destacada a importância da supervisão humana e do conhecimento técnico dos profissionais para avaliar os resultados produzidos pelas ferramentas de IA.

“Na Agepar, já temos projetos-piloto que utilizam a Inteligência Artificial para automatização de atividades administrativas, coleta, tratamento e análise de dados, além do preenchimento e revisão de documentos. Ao mesmo tempo, a utilização dessas ferramentas traz questões importantes de governança, como a transparência dos modelos, a responsabilidade pela decisão, a proteção de dados e a simetria de informação entre o regulador e a agência”, destacou Rejane Maria Schirr Scolari.